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domingo, 29 de agosto de 2010

Amanda Cass
Ai de mim, se for amor, como atormenta.

Gabriel García Márquez, in: Memória de Minhas Putas Tristes. Ed. Record

[...] Passei uma semana inteira sem tirar o macacão de mecânico nem de dia nem de noite, sem tomar banho, sem fazer a barba, sem escovar os dentes, porque o amor me mostrou tarde demais que a gente se arruma para alguém, se veste e se perfuma para alguém, e eu nunca tinha tido para quem. [...]

Gabriel García Márquez, in: Memória de Minhas Putas Tristes. Ed. Record

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A leitura se tornou para ele um vício insaciável. […] A única coisa que sabia com clareza era que entre a prosa e os versos preferia os versos, e entre estes preferia os de amor, que decorava mesmo sem querer a partir da segunda leitura, o que lhe era ainda mais fácil quanto mais se tratasse de versos bem rimados, bem medidos, bem desesperados.

Gabriel García Márquez, in: O Amor nos Tempos de Cólera. Ed. Dom Quixote