quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Tudo que somos

Tudo que somos,
pouco sabemos.

Um poço imenso
cheio de sonos.

Quando choramos,
não nos perdemos.

Viver é um sonho,
não esqueçamos.

Viver é a sombra,
o assombro, o apenas.

/ Tão fragéis somos!
Fragéis e imensos.

Antonio Brasileiro, in: Antologia Poética

2 comentários:

  1. Que poema delicado e profundo!
    Seja bem vinda de volta, querida!! Viva o Reino! *U*

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