no silêncio da tardemeu corpo se encheu de
espantos.
e beleza nenhuma havia
senão sob o prisma desse
medo.
Mariana Botelho
[...] Ana circulou muito, era animal metropolitana. A solidão inextirpável, incurável, que assola de dor e delícia o poeta-escritor na modernidade, nela convivia com a inquietação dos frequentes deslocamentos urbanos, com a busca incessante de inserção em redes de contato humano.
Certas palavras não podem ser ditas